
Quem sou eu

- Paula Dunguel(S.Lopes^^')- Alguém que respeita e ama as artes e culturas em geral.
- Desejam falar comigo? *Escrevam seus comentários, que assim que puder, entrarei em contato. Eu não uso outlook.
sábado, 31 de maio de 2008
Arte de Paula Dunguel: T & I papel de parede


quinta-feira, 29 de maio de 2008
Arte de Paula Dunguel

terça-feira, 27 de maio de 2008
Folclore Brasileiro "marcas da cultura de um povo"


segunda-feira, 26 de maio de 2008
Salmos e Orações Especiais: Oração da noite
[violet]***[/violet] Novas animações de Cãezinhos!

Arte de Paula Dunguel


quinta-feira, 22 de maio de 2008
Santos e Santas de Deus: Joana d'Arc

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quarta-feira, 21 de maio de 2008
Aviso

terça-feira, 20 de maio de 2008
Aviso aos amigos

domingo, 18 de maio de 2008
Pílulas de Frei Galvão


Salmos e Orações Especiais
O Senhor é meu pastor: nada me faltará.
Em verdes pastagens me faz repousar, conduz-me até às fontes tranqüilas e reanima a minha vida; guia-me pelas sendas da justiça para a honra de Seu nome.
Ainda que eu ande por um vale de espessas trevas, não temo mal algum, porque tu estás comigo: teu bastão e teu cajado me confortam. Diante de mim preparas a mesa, bem à vista dos meus inimigos; Tu me unges com óleo a cabeça, minha taça transborda.
Bondade e amor certamente me acompanharão todos os dias de minha vida, e habitarei na casa do Senhor por longos dias.

quinta-feira, 15 de maio de 2008
Arte de Paula Dunguel

Só pra não perder o costume, postei essa ilustração. Na época eu fazia o curso de desenho e pintura. Olha, faz tempo que eu fiz isso, nossa! Quando eu olho para este quadro que fiz, sempre sinto uma grande paz.
Quer ver mais? Click aqui!
SUIPA
[violet]***[/violet] Novas animações de Cãezinhos!

quarta-feira, 14 de maio de 2008
Santos e Santas de Deus: Santa Rita

terça-feira, 13 de maio de 2008
Nossa Senhora de Fátima

Nossa Senhora de Fátima, rogai por todos nós pecadores, hoje e sempre, amém...
Folclore Brasileiro "marcas da cultura de um povo"


segunda-feira, 12 de maio de 2008
Santos e Santas de Deus

http://www.radioglobo.com.br/
Santos e Santas de Deus
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domingo, 11 de maio de 2008
Santo Antônio de Sant'ana Galvão

quarta-feira, 7 de maio de 2008
Mães "homenagem" parte 3

O mais velho dizia-lhe, carinhoso e com desbordante afeto:
— Mãezinha! Quero hoje carregar-te em meus braços! Estás tão fraca e cansada!
Protestava o mais moço com entusiasmo:
— Que egoísmo é esse, meu caro? Hoje é meu dia! Eu, sim, é que irei carregar a mãezinha querida!
E a mãe feliz sorria a um, abraçava a outro; beijava ambos.
Que bons e delicados lhe eram os filhos. Sim, para o coração materno, fizera pausa o Tempo. Eles eram, ainda, os seus filhinhos, os ternos, estremecidos... e ela sentia-se tão feliz, tão feliz, que não achava palavras com que agradecer a Deus!
Um dia, afinal, a mãe ditosa reuniu os filhos e disse-lhes, num fiozinho de voz:
— A minha tarefa está finda, meus filhos. Vou deixar-vos. Irei para longe, para muito longe daqui...
O mais velho dizia-lhe, carinhosamente:
— Pois iremos contigo, mãezinha! Ninguém nos poderá separar de ti!
Ela, não sustendo as lágrimas e deixando-as deslizar, insistiu com meiguice:
— Não, querido. Desta vez terei de ir só. Partirei sozinha.
E eles, afeitos à obediência, mais uma vez obedeceram. E a boa velhinha partiu. Foi indo, vagarosamente, toda acurvada, trêmula...
Diante dela, no extremo do caminho, abriram-se dois largos portões que refulgiam cheios de luz. Entrou. Uma voz, que mais parecia um cântico de glória, lhe dizia com infinita mansuetude:
— Vinde a mim, ó mãe feliz! Vinde a mim!
Os filhos, que a vigiavam de longe, viram-na, de repente, desaparecer.
— Ela partiu para sempre! Não a veremos nunca mais! Nunca mais! — exclamaram emocionados. — Mas a santa lembrança dessa mãe querida viverá para sempre em nossos corações! Eduquemos nossos filhos como ela nos educou: na bondade, na obediência, no amor...
E no silêncio da tarde que caía, lentamente, ouvia-se o sussurro de um chorar longínquo. Calaram-se todos. Que seria? Era o filho mais moço. O rosto entre as mãos, inconsolável, soluçava de joelhos, à margem da vida, com a dor da saudade a negrejar-lhe o coração:
— Minha mãe! Minha mãe querida!
Fim
Mães "homenagem" parte 2

— Vamos! Para cima! Breve chegaremos ao alto! Vamos! Subamos sempre! Subamos!
E essas palavras multiplicavam energias que o esforço constante e excessivo queria aniquilar. E as crianças iam subindo, subindo... chegaram, finalmente, ao cimo da montanha. A jovem mãe os enlaçou, então, em seus braços carinhosos. E eles lhe disseram:
— Ó mãezinha querida, sem ti não teríamos conseguido vencer estas escarpas, contornar estes abismos e levar a bom termo esta jornada. Sem o teu auxílio incomparável sucumbiríamos em meio da escalada. Sabemos, agora, como superar os grandes tremedais da sorte!
E a delicada mãe, ao repousar naquele dia, semimorta, exclamou arrebatada:
— Ó Deus, clemente e justo! O dia de hoje foi para mim melhor ainda do que ontem! Sinto-me mais feliz! Mais feliz do que nunca! Ensinei meus filhos a enfrentar, bravamente, os reveses e as tristezas da vida!
No quarto dia, estranhas nuvens cor de chumbo cruzaram o céu. Um rugido surdo, que parecia partir das profundezas ignoradas da terra, enchia o ar, soturnamente. De súbito, a imensa montanha tremeu: rochas descomunais desprenderam-se e rolaram com estrondo para os abismos apavorantes.
Era o cataclismo que começava. Tão altas e densas erguiam-se as colunas de pó, que chegavam a cobrir a face do Sol. E as trevas da noite desceram sobre a terra em pleno dia. A morte, com suas garras de fogo, rondava por toda parte. Nem tenda havia, nem caverna ou abrigo, onde um ser humano pudesse ter segura a curta vida. As crianças, presas de cruciante pavor, choravam. E a jovem mãe, serena e forte, lhes dizia:
— Em Deus confiai, meus filhos! Olhai para cima! Deus não nos abandonará!
E os pequenos confiaram em Deus. E Deus os livrou da fúria infrene. Ao findar aquele dia, a mãe exclamou em êxtase, erguendo humilde para os céus os seus olhos cheios de gratidão:
— Este foi o dia melhor de minha vida, Senhor! Ensinei meus filhos a crer em Vós, a confiar em Vós, só em Vós, ó Deus misericordioso!
Mães "homenagem"

A jovem mãe ia, enfim, iniciar a grande jornada pela estrada incerta da vida. E perguntou, muito tímida, ao Anjo Bom do Destino:
— É longo o caminho a percorrer, Senhor? Serei feliz com os meus filhos que tanto amo profundamente?
Respondeu-lhe, sereno e terno, o Anjo Bom do Destino:
— O caminho que se abre diante de ti é longo, muito semeado de angústias, recortado de dores e tapetado de fadigas. Antes de alcançares a curva extrema, virá a impiedosa velhice ao teu encontro. Ainda assim, asseguro-te que os teus derradeiros passos serão mais cheios de alegria e encantamento do que os primeiros.
E a jovem mãe partiu. Sentia-se extremamente ditosa em companhia de seus filhinhos. A existência lhe decorria sob o véu de um delicioso encantamento. Brincava com os pequeninos; colhia para eles, unicamente para eles, as mais lindas flores que adornavam os caminhos do mundo. E o Sol brilhava, inundando a terra com a benção de suas torrentes de luz. E o dia escoava tão sereno, que a jovem mãe murmurou, fitando, enternecida, o céu azul.
— Nada haverá, Senhor, de mais belo! Jamais serei, na companhia de meus filhos, mais feliz do que sou agora!
A noite veio, porém, alongando sobre a terra o seu manto pesado e sombrio. Nuvens disformes amontoaram-se no firmamento: desabou o temporal. O vento forte uivava como um chacal faminto pelos areais sem fim. Os pequeninos, tolhidos de frio, trêmulos de medo, soluçavam. A jovem mãe destemida aconchegou-os a si, agasalhando-os sob sua túnica, e as crianças, bem abrigadas e protegidas, murmuravam docemente:
— Ó mãezinha querida! O medo já não mais se abriga em nossos corações! A teu lado, mãezinha adorada, nenhum mal nos alcançará!
E a jovem mãe exclamou num ímpeto de alegria:
— Isto para mim, ó Deus! É mais belo e grandioso do que a jornada pelo caminho tranqüilo, sob o esplendor do dia! Sinto-me, realmente, feliz! Mais feliz do que ontem! Contra a tormenta protegi meus filhos e lancei, para sempre, em seus pequeninos corações, a semente do destemor e da coragem!
Belezas de Paquetá "outras fotos"

terça-feira, 6 de maio de 2008
Santos e Santas de Deus

Belezas de Paquetá

Eis mais uma foto tirada na bela Paquetá, as senhoras de mais idade, com certeza vão lembrar desta casinha. Alguém se arrisca?
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Pensamento do dia "Sabedoria Canina"

Folclore Brasileiro "marcas da cultura de um povo"

Eu e a "gruta dos amores" ou "pedra da moreninha" em Paquetá
No dia 19/04/2008 estive com meu noivo na Ilha de Paquetá na Baía de Guanabara, de natureza exuberante e lindas histórias de amor pra contar: da novela "A Moreninha" à linda lenda indígena da "gruta dos amores", além da famosa "pedra dos namorados" que, segundo eu soube, pelo cocheiro que levou-nos à passeio de charrete (pois lá não existem carros pra não poluir), que se alguém, homem ou mulher, estiver precisando encontrar uma namorada ou namorado, basta virar de costas pra pedra mágica, jogar uma moeda e pedir para encontrar o seu amor e garantiu ele, funciona! Bem, o que com fé não funciona? Assim é Paquetá, a linda e romântica ilha que traz em suas ruas tombadas pela história, algo de especial e a sua lenda mais famosa:
Segundo a lenda, existia na Ilha de Paquetá um índio valente, lindo e guerreiro que, todos os dias, após retornar da caça, exausto, deitava-se nas sombras de uma gruta para repousar. Estava enamorada dele, uma bela indiazinha da tribo, que sempre deitava-se sobre a rocha da gruta para contemplar-lhe o sono. Ela ainda era de pouca maturidade, quando apaixonou-se pelo guerreiro, mas esse era indiferente ao seu amor. A ela, então, restava-lhe chorar a sua sina, enquanto olhava o guerreiro abrigado à sombra da gruta. A indiazinha, todos os dias, repetia este mesmo ritual: quando o jovem deitava-se sob a gruta, ela deitava-se em cima da pedra e chorava o seu amor não correspondido. E o tempo foi passando, passando... e um belo dia, quando já não era mais uma menina e sim, uma moça, suas lágrimas caíram sobre o índio adormecido assustando-o, no que ele olhou para cima e viu, diante dele, a índia mais linda que já vira, exclamando: "Cunhã-porã"! que na língua dele queria dizer moça linda! Por conseqüência, ao ver-lhe sua recente e madura beleza o índio também se apaixonou por ela e naquele dia, subiu à pedra e amou-a, transformando-a em sua companheira pra toda vida e das lágrimas da índia, brotara uma fonte. E a lenda ainda vai mais longe, conta-se que até hoje, quando um casal visita "a gruta dos amores" o amor deles torna-se eterno. Acho que já garanti a eternidade do meu ^^!
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Sétimo Capítulo de Tristão e Isolda

Tristão chega enfim à Cornualha, depois de uma longa viagem mar à fora. De longe, seus olhos pousaram na sombra onipotente da fortaleza de Tintagel, que erguia-se de encontro ao céu carregado de nuvens. Parecia que ia chover.
— Em casa, finalmente! — comemora Sir Gorvenal.
Tristão abaixa a cabeça e nada fala; apenas fixava os olhos sobre a superfície do mar turvo e cinzento. Deixava-se perder em pensamentos e naquilo que deixara para trás; era como se o seu coração ainda estivesse na Irlanda.
Gorvenal parou de comemorar e muito sem graça, tentou mudar de assunto.
— Teu tio ficará feliz em vê-lo, pois de certo, pensa que estás morto...
— Eu estou morto. Não fisicamente... mas a minha alma ficou na Irlanda — suspira o rapaz queixoso.
Gorvenal preferiu não dizer mais nada; talvez o que dissesse, contribuísse mais ainda para aumentar-lhe a tristeza. Mas... Bolas! Era jovem ainda... conheceria muitas moças...
Seu mestre não conseguia compreender.
O rei Marcos estava recepcionando a sua prima Basílica, que ficara viúva há pouco tempo, quando recebe a notícia de que Tristão estava chegando ao castelo. Grande foi a alegria dele com a boa nova..
Feedjit
Minha vida(fotos): Cosplay Alucard "anime Hellsing"
Cosplayer como Saori

Casamento da Babi
Meus afilhados e meus padrinhos também ^^'
Nosso grande passo

a realização de um sonho
Todos os Padrinhos reunidos

Grandes amigos

Passeio em Paquetá

abril 2008