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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Salmos e Orações Especiais: Cântico das Criaturas

Cântico do irmão Sol
autor: São Francisco de Assis
Altíssimo, Onipotente bom Senhor
só a Ti o louvor, a glória e a honra e toda benção.
Só a Ti, Altíssimo, se devem!
e humano não há que seja digno de mencionar Teu nome!Louvado sejas, meu Senhor,
no conjunto de tuas criaturas, com o senhor irmão sol principalmente que, por ele nos vem o dia
e com sua luz nos alumia!
E tão belo que é, tão radioso e de tanto explendor,
que traz de Ti, Altíssimo, um sinal!
Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã lua e as irmãs estrelas, que no céu Tu criaste resplendentes e valiosas e lindas!Louvado sejas, meu Senhor, pelo irmão vento,
o ar e a nuvem, e o tempo sereno e todo tempo
pelos quais dás alento às criaturas!
Louva sejas, meu Senhor, pela irmã água,
que é tão útil e humilde e preciosa e casta!
Louvado sejas, meu Senhor, pelo irmão fogo,
com o qual as noites alumias; como é belo, jucundo e vigoroso e forte!
Louvado sejas, meu senhor, pela irmã nossa a Terra-mãe,
que nos sustenta e governa e gera
tão diversos frutos e matizadas flores e verduras!
Louvado sejas, meu Senhor,
pelos que por Teu amor perdoam
e enfermidades e aflições suportam!
Bem-aventurados os que sofrem em paz,
pois coroados por Ti serão, Altíssimo!
Louvado sejas, meu Senhor, por nossa irmã a morte corporal
da qual humano algum pode fugir!
Ai daqueles que morrem em pecado mortal!
Felizes os que a morte encontra conformes à Tua santíssima vontade;
cuja morte segunda não os fará mal!
Louvai e bendizei ao meu Senhor,
e dai-lhe graças,
e servi a Ele com grande humildade!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Salmos e Orações Especiais: Salmo 40, 2-12


Esperei no Senhor e Ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor.


Tirou-me do fosso fatal, do brejo lamacento, plantou meus pés sobre o rochedo e firmou meus passos.


Pôs em minha boca um cântico novo, um hino de louvor ao nosso Deus.


Muitos abrirão os olhos e, reverentes, confiarão no Senhor. Feliz aquele que pôs sua confiança no Senhor e não se voltou para a idolatria, nem aos seguidores da mentira.


Grandes obras realizaste, Senhor meu Deus; em maravilhosos planos a nosso favor ninguém se compara contigo.


Quisera eu proclamá-los e divulgá-los, mas são tão numerosos que não se pode contar.


Não quiseste sacrifício nem oferenda, mas abriste-me os ouvidos; não exigiste holocausto nem vítima expiatória.


Então eu disse: "Eis que venho; no livro em rolo me foi prescrito fazer tua vontade, como tanto desejo, meu Deus, e ter a tua lei em minha mente".


Proclamei a boa-nova da justificação na grande assembléia. Realmente não fechei meus lábios; Senhor, tu o sabes. Não escondi tua justiça no fundo do coração, falei de tua fidelidade e de tua salvação, não escondi teu amor e tua fidelidade da grande assembléia.


Senhor, não escondas de mim a tua misericórdia, teu amor e tua fidelidade sempre me guardem!


domingo, 26 de outubro de 2008

Tristão e Isolda-Capítulo 12: O Filtro do Amor (3ª parte)


Tristão foi conversar com Isolda, depois do diálogo com Dinas. Ela estava com os olhos perdidos na superfície turva, acompanhando o movimento do mar, que batia violentamente contra o casco da nau.

Tristão aproxima-se, a abraça e, a seguir, comunica-lhe o que havia decidido: que viveria com ela daquele dia em diante, casar-se-iam às escondidas e depois, fugiriam juntos para Lionês, enquanto sir Dinas cuidaria do resto.

— Espero, meu amor, que estejas certo desta decisão.

— Não há volta e nem como negar o que sentimos um pelo outro, e beber a poção, foi apenas uma mera fatalidade, que contribuiu para que abríssemos os nossos olhos.

— Tristão... — murmura ela tocando em seu rosto. Estava sem palavras...

Isolda ficou muito feliz, era o que mais queria na vida: viver para sempre ao lado de seu grande amor.Tristão aperta a amada em seus braços e Isolda, abandona-se à força daqueles braços. Num instante sentimental, longo e mudo, ficaram grudados até Tristão quebrar o silêncio com uma promessa.

— Serás senhora de Lionês e não da Cornualha. Assim que desembarcarmos, seguiremos paras as terras de meu pai. Prometo-te...

O Cavaleiro de Cristo = continuação...

— Esqueçam o que eu disse! Vamos. Sem nós, a festa não começa — ri Francisco da mesma forma e tentando disfarçar a asneira que dissera.
A suntuosa morada dos Favarone estava muito alegre, rica e iluminada. Todos os convidados sorriam; mas uma jovem menina, não era capaz de sorrir.
— É horrível papai não estar aqui, para comemorar conosco o teu noivado — falava Beatriz, a sua irmã mais moça.
— Quando será que a guerra no oriente irá terminar? — comentava Ignês.
Suas irmãs falavam-lhe, contudo, Clara estava com os pensamentos longe de tudo aquilo.
— Clara, minha irmã! Estamos falando contigo! — protesta Ignês.
— Héim? O que dizes?
— Tu não me pareces feliz. Por quê?
— Eu não consigo ver-me casada com esse homem. Sinto, no meu íntimo, que não é isto que Deus quer de mim.
— Ora, Clara! Tu e teus delírios religiosos, outra vez! — ri Ignês.
— Que nada! — mete-se Beatriz. — Para mim, isto é apenas uma desculpa, por achá-lo velho demais para ela! Eu não me importaria com a idade dele, mas com as regalias que teria, por desposar tão respeitado e rico gentil-homem... — suspira Beatriz de forma sonhadora. — Imagine só: Eu, duquesa! Seria maravilhoso! Mas enfim, ele se encantou pela beleza de nossa irmã, a aspirante à santa...
— Beatriz! Isto é modo de falar? — critica-lhe Ignês.
— Pois eu abriria mão de tal partido e o daria, para ti, de bom grado — responde-lhe Clara, levantando-se. — Com licença...
— Eu não consigo entendê-la — resmunga Beatriz para Ignês.
O sossego de Clara logo seria perturbado. Seu noivo vinha ao seu encontro e anunciou que logo faria o pedido solene.
— Tão rápido? — espanta-se ela.
— E para quê esperar mais, Dona Clara? Todos os convidados estão presentes. Logo farei o pedido ao representante mais próximo de teu pai, teu tio Monaldo.
Ele toca em sua mão, mas Clara, disfarçadamente, puxa a mesma, procurando não demonstrar o incômodo que tal gesto lhe causara. Mas ele percebe.
— Algum problema, senhora? Espero que seja apenas timidez de tua parte...
Clara fica calada, porém, não querendo ser indelicada e por temer a reação de seu tio, ao afrontar o moço que ele escolhera para desposá-la...
— Nenhum problema, meu senhor.
— Então posso fazer o pedido e marcar a data — afirmou ele.
— Como quiseres, senhor meu noivo. Permita-me... — diz-lhe Clara entre os dentes, retirando-se em seguida.
CONTINUA >>>

sábado, 25 de outubro de 2008

Santos e Santas de Deus: São Judas Tadeu



Nome: São Judas Tadeu, apóstolo e mártir

Nascimento:
supostamente Caná, Galiléia

Sua vida:
A festa seguia tranqüila, até o responsável pelo vinho verificar que a bebida tinha acabado; Maria observa que algo está errrado e se aproxima do homem, que estava embaraçado e sem saber o que fazer, e indaga: O que houve? "Acabou o vinho" responde-lhe o homem. Solícita e preocupada, ela aproxima-se de seu filho Jesus e conta-lhe: "Eles não têm mais vinho". E após convencer o filho a realizar o seu primeiro milagre, ela fala aos responsáveis pelo vinho: "Fazei tudo o que ele vos disser".
Segundo a tradição católica, São Judas Tadeu teria sido o noivo das bodas de Caná, o primeiro milagre de Jesus, no qual transformara água em vinho a pedido de sua mãe, para poupar o embaraço dos noivos. Alguns estudiosos dizem que este milagre foi a causa de Judas Tadeu e outros mais a se tornarem seguidores de Jesus. Destes discípulos, Jesus nomeou doze apóstolos, no qual Judas Tadeu, pelo seu fervor em seguir os ensimentos do Mestre, foi um dos escolhidos. Judas para diferenciar de Judas Iscariotes, o traidor, chamam-no Judas, filho de Tadeu, Judas Tadeu ou simplesmente Tadeu.
Ele foi considerado pela Igreja Católica padroeiro dos advogados e invocado como o santo das causas desesperadas.
Lendas do século sexto descrevem o martírio de Judas na Pérsia, na cidade de Sufian, onde ele foi decapitado pelos pagãos, pelo fio de um machado a 28/10 da primeira era cristã. Daí a representação de São Judas Tadeu por um homem de meia idade, segurando um machado.

Data comemorativa:
28/10

Oração:
São Judas Tadeu, apóstolo escolhido por Cristo, eu vos saúdo
e louvo pela fidelidade e amor com que cumpristes vossa missão.
Chamado e enviado por Jesus, sois uma das doze colunas que sustentam a
verdadeira Igreja fundada por Cristo.
Inúmeras pessoas, imitando vosso exemplo e auxiliadas por vossa oração,
encontram o caminho para o Pai, abrem o coração aos irmão se descobrem
forças para vencer o pecado e superar todo o mal.
Quero imitar- vos, comprometendo- me com Cristo e com sua Igreja, por uma
decidida conversão a Deus e ao próximo, especialmente o mais pobre.
E, assim convertido, assumirei a missão de viver e anunciar o Evangelho, como
membro ativo de minha comunidade.
Espero, então, alcançar de Deus a graça que imploro confiando na vossa poderosa intercessão.

(Faça o pedido da graça a ser alcançada…)
São Judas Tadeu, rogai por nós! Amém.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Folclore Brasileiro "marcas da cultura de um povo": bailados paulistanos

O FANDANGO:
ATENÇÃO!!!! NÃO É BISCOITO ELMA CHIPS... O fandango agitou a aristocracia brasileira e depois caiu no gosto popular.
No nordeste do Brasil fandango é o mesmo que marujada.
As danças do fandango recebem diversos nomes: andorinha, anu-chorado, anu-velho, chamarrita, chimarrete, gracinha, marrafa, manjericão, tontinha, tirana, tiraninha, pagará, monada, vilão de lenço, vilão de agulha, mandado.
No litoral paulista ele é dividido em dois grupos: fandango rufado ou batido e fandango bailado ou valsado, de acordo com os passos. Em outras localidades do beira-mar paulista, o fandango rufado é dançado até meia noite, depois dançam o valsado, mais calmos, até que o dia aparece.

SAMBA-DE-LENÇO: O samba é uma dança de origem africana. A palavra "samba" significa umbigada, na língua angolesa. Em São Paulo ele é sambado no meio urbano (samba de salão).
No meio rural há três modalidades: samba-de-roda, samba-carpinteiro e samba-de-lenço. São revividos e cultivados no Centro de Folclore de Piracicaba.
No samba-de-lenço duas filas se defrontam. Nas filas ficam homens e mulheres com um lenço na mão, com o qual acenam para o cavalheiro ou para a dama. A iniciativa de dançar pode partir do homem ou da mulher.

O sambista sai da fileira e acena para a pessoa com quem quer dançar. Formam então o par dançante, que dança no centro.

domingo, 19 de outubro de 2008

O Cavaleiro de Cristo


BUSCA

Capítulo 1

Assis, tempo de primavera.
As flores exalam o seu perfume, animais buscam companheiros e os jovens, também. É a estação do amor, das canções e alegrias.
As noites respiram festas e serenatas. Mas não, sem a presença dele...
— O que estás dizendo? Ficaste louco?! Francisco... vieste de uma guerra violenta contra os nobres de Perúgia. Recuperaste há pouco, tua saúde e vens dizer à tua mãe, que queres voltar às festas e serenatas?!!
— Mãe, eu estou bem. Não sinto mais nada.
— Não Francisco. Teu pai logo voltará de viagem e deves descansar a mente, para que mantenhas a loja e os negócios em ordem. Nada de rondas pelas noites. Temo por tua saúde.
— Eu não agüento mais ficar preso entre quatro paredes! — resmunga ele indignado.
— Creio que fui bem clara. — fala sua mãe com firmeza.
Francisco abaixa a cabeça, inconformado.
— Por favor... será que podemos começar logo as orações e comermos? Estou com fome e a comida está esfriando — protesta o irmão mais novo de Francisco.
Dona Joana Bourlemont, conhecida carinhosamente por Picah, por ser da província francesa de mesmo nome, ergue as mãos e agradece a Deus pelo alimento presente na mesa farta. Seus filhos a acompanham na oração.
Naquela noite, Francisco recolheu-se cedo, logo após o jantar. Acordara assustado, porém, quando ouviu barulho de pedras, acertando a janela de seu quarto. Ele corre à janela...
— Bernardo!!! O que faz aqui?
— Vim buscá-lo, oh grande “Rei das Festas”! — responde o amigo fazendo uma mesura. — Todos os teus súditos vos esperam! — caçoa Bernardo.
— Espera um pouco, Bernardo — sussurra Francisco. — Logo descerei.
Francisco vestiu-se rapidamente e, vendo que todos na casa já estavam dormindo, sai sem ser percebido.
Esgueirando-se sorrateiramente, alcança a escada de mármore da mansão dos Bernardone, que desembocava na ruazinha estreita da cidade medieval. Estava vestido com suas mais ricas vestes.
Bernardo o esperava, com alguns de seus amigos mais chegados, na esquina mais próxima.
— Muito bem, amigos. Aqui estou — diz ele empolgado, revelando-se a todos.
— Viva! Até que enfim! — gritaram os amigos.
— Tu és muito animado, Francisco. Sem a tua presença as festas são um caos — disse-lhe um deles.
Francisco seguira alegre com eles.
— Bernardo, trouxe o alaúde? — pergunta-lhe Francisco.
— Está bem aqui — responde-lhe Bernardo.
Francisco pegou o instrumento e começa a afiná-lo, a seguir, dedilhando uma música para ver se estava de seu agrado, começa a cantar para animar os companheiros.
— Eu trouxe a cítara — fala um de seus amigos.
— Ótimo, Paolo! Esta será uma festa inesquecível, prometo a todos! Francisco, o “rei das festas”, está de volta!
Todos vibraram.
— Por falar em festa... Qual festa iremos animar hoje? — pergunta curioso. — O que vamos comemorar?
— Foi Leão quem nos convidou. Parece-me que sua prima, a jovem Clara, irá noivar-se hoje com um nobre mui’ respeitoso da cidade — explica-lhe Bernardo.
— Como? Aquela menina? Ela tem apenas 15 anos, é muito moça para o casamento! — escandaliza-se Francisco.
Bernardo riu-se do espanto do amigo.
— Francisco... — ri ele. — Admiras-te tanto, porque tua mãe já não era tão jovem, quando te concebeu.
— A minha mãe deu-me à luz, com a mesma idade, na qual, Clara, ainda é donzela — fala Paolo.
Riram-se todos.
CONTINUA>>>

amanhã mais folclore: O Fandango e Samba-de-Lenço (danças folclóricas)


*E ainda esta semana,


"Os irmãos da Canoa" - Festa do Divino do Tietê

Minha vida(fotos): Cosplay Alucard "anime Hellsing"

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Cosplayer como Saori

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Casamento da Babi

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Meus afilhados e meus padrinhos também ^^'

Nosso grande passo

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a realização de um sonho

Todos os Padrinhos reunidos

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Grandes amigos

Grandes amigos

Passeio em Paquetá

Passeio em Paquetá
abril 2008