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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Folclore Brasileiro "marcas da cultura de um povo": São Paulo


Embora São Paulo seja o Estado mais industrializado do Brasil, ainda existem em suas cidades do interior os seus boiadeiros e tropeiros, rodeios de grandes proporções, festas juninas e vastos costumes folclóricos onde o povo, voltando ao passado, se veste como singelos caipiras, outros como verdadeiros Cawboys que enfrentam cavalos e touros "brabos" e outras coisitas mais! Esse mês, vamos fazer um passeio por São Paulo e sua cultura. Seeeeeeeeeguuuuuuuuuraaaaaaaa peããããããããããooooooooo!!!!!!


"Êh, São Paulo!

Êh, São Paulo!

São Paulo terra boa!

São Paulo da garoa!"

POR FAVOR!!!! Olha a enquete!!!!

Votem logo porque o mundo vai acabar em breve e quero saber se estou bem de blog ou não!!!!!! Estão querendo brincar de Deus! Ah, se dá algo errado!!!!!!

domingo, 7 de setembro de 2008

Tristão e Isolda-Capítulo 11: Tentativa de fuga (3ª parte)

*rainha Gwenevere
Cansada de lutar inutilmente, Isolda entregara-se às lágrimas. Lágrimas estas, que caíram uma última vez, no momento que deixara a casa de seus pais. Brangia sente-se comovida e abraça sua senhora, a fim de consolá-la.

— Estou decepcionada, querida Brangia... Tristão não é mais aquele homem doce que conheci e por quem me apaixonei perdidamente.

— Mas também... exageraste na tua rebeldia, Isolda. Tiraste ele do sério, alteza — critica-lhe a aia.

— Eu só queria que ele me notasse e visse o quanto estou sofrendo... — chora Isolda.

Huddent também tentava consolar a dona, deitando a cabecinha peluda sobre o seu regaço.

— O que aconteceu conosco? — indaga Isolda inconformada. — Acho que não tenho escolha. Terei que aceitar o meu destino.
— Senhora, confie... Tudo irá se resolver, tenho certeza que te afeiçoarás a Marcos da Cornualha!

— Como pode saber?

— Eu sei.

Isolda não entendia de onde vinha tanta confiança de sua aia, mas percebia que tudo estava relacionado à bolsa da qual ela nunca se separava.
“ Que segredo ela está escondendo?” — pensava a princesa.

Quando chegam ao porto, Tristão solta-lhe as amarras.
— Estou soltando-te, mas espero que te comportes de agora em diante. Não cairia bem à princesa da Irlanda, embarcar amarrada — fala ele.

Isolda nada disse e de cabeça baixa, desce da carruagem e embarca no navio, que já os aguardava. Aquilo, cortou o coração de Tristão e sentira remorsos por ter tomado uma atitude tão extrema como aquela; só que Isolda não lhe deixara outra alternativa.

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quinta-feira, 4 de setembro de 2008

ATENÇÃO!!! "Tudo por um Amor Imortal" ganhou nova roupagem!


Este blog, passou a se chamar Amores Imortais. Com ele, tenho a pretensão de postar outras histórias clássicas e livremente adaptadas por mim, só estou numa dúvida cruel: Qual História postar primeiro?
Tenho 3 sugestões e gostaria que os meus queridos leitores ajudassem, por isso, no dito blog, criei uma enquete. Àqueles que gostam das postagens deste blog, tomei a liberdade de convidá-los a votar e escolher a primeira história da nova fase de "Tudo por um Amor Imortal:
1ª sugestão: Pigmalião - a lenda grega de um escultor que apaixona-se pela escultura que criara
2ª sugestão: Romeu e Julieta em prosa e versos - uma livre adaptação da memorável história de William Shakespeare, contando o romance dos amantes de Verona em narrativa, mas não desprezando a bela poesia de William Shakespeare
3ª sugestão: Hamlet, príncipe da Dinamarca - também de William Shakespeare e com o mesmo propósito do romance de Romeu e Julieta, conseguir um perfeito casamento entre poesia e prosa
No blog, postei 3 pedacinhos de cada história para facilitar a escolha do texto que será publicado primeiro. A votação está prevista para acabar em um mês e se os amigos de fato votarem, terão a opção de, daqui a trinta dias, ler uma boa história que eternizou-se nos corações dos amantes da boa leitura.
Por isso, não deixem de votar! Um beijo e um grande abraço a todos que me acompanham!

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Folclore Brasileiro "marcas da cultura de um povo": Dança do Vilão


Dançado em Santos (Estado de São Paulo) durante o carnaval, esta dança chegou também aos Estados de Santa Catarina e Paraná. Em cidades praianas o Vilão é dançado nas festas natalinas. Bom, sendo no Carnaval ou Natal, dança-se o Vilão à noite, quando mais de trinta participantes se exibem: porta-estandartes, batedores, balizadores e músicos. Dançam fantasiados, usando bastões de dois metros de comprimento. As figurações do Vilão, o bater dos bastões, se assemelham ao moçambique paulista, ao maculelê (Bahia) e à tapuiada (Goiás), com uma raiz comum, a dança dos mouros. Na inglaterra existe a "morris dance" dançada da mesma maneira. São danças guerreiras dos primais da humanidade, que são adaptadas de outras formas, de nova fantasia, alegrando a quem dança e a quem assiste.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Blog em Renovação!!!!!!!!!


Mudanças no blog Amor Imortal! Passem lá e confiram!!!!

Tristão e Isolda-Capítulo 11: Tentativa de fuga (2ª parte)

— Ele não pode me alcançar! Não pode! — falava Isolda ofegante, ora tropeçando, caindo, ralando-se...
Em um dado momento Isolda pára. À sua frente estava um rio revolto e borbulhante.
— E agora ?! Eu não sei nadar, porcaria!!!
— Isolda!!! Princesa Isolda!!! — gritava Tristão cada vez mais próximo.
No desespero, Isolda agarra Huddent e esquece o medo, atirando-se nas águas. Agarrada às pedras, para que a correnteza não a levasse, ela tentava chegar ao outro lado.
Tristão chega ao rio e fica pálido ao ver o que ela estava fazendo.
— Ela é louca! Isolda!!!
Tristão avança com o cavalo e graças à força de seu bom animal, consegue chegar até ela.
Isolda só conseguira chegar ao meio do córrego e estava imóvel de medo, mas mesmo assim, quando Tristão estende-lhe a mão para tentar puxá-la, Isolda bate na mão dele e, descuidadamente, acaba por soltar-se da rocha onde havia se segurado. Com um grito, Tristão vê ela sendo arrastada pelas águas, junto com o cão.
— NÃO!!!
— Tristão!!! — gritam os homens.
Tristão deixa o cavalo e segue atrás dela para salvá-la.

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segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Folclore Brasileiro "marcas da cultura de um povo": A Gralha Azul-lenda do Paraná

Era madrugada, o sol não demoraria a nascer e a gralha ainda estava acomodada no galho amigo onde dormira à noite, quando ouviu a batida aguda do machado e o gemido surdo do pinheiro. Lá estava o machadeiro golpeando a árvore para transformá-la em tábuas. Quantos anos levou a natureza para que o pinheiro atingisse aquele porte majestoso e agora, em poucas horas, estaria estendido no solo.

A gralha acordou. As pancadas repetidas pareciam repercutir em seu coração. Num momento de desespero partiu em vôo vertical subindo para além das nuvens, para longe achar-se dos gemidos sofredores do seu pinheiro amigo. Lá nas alturas, escutou uma voz cheia de ternura:

— Ainda bem que as aves se revoltam com as dores alheias.

A gralha subiu ainda mais e a mesma voz doce fez-se ouvir:

— Volte avezinha bondosa, vai novamente para os pinheirais. De hoje em diante, Eu a vestirei de azul, da cor deste céu e, ao voltar ao Paraná, você vai ser Minha ajudante, vai plantar os pinheirais. O pinheiro é o símbolo da fraternidade. Ao comer o pinhão, tira-lhe primeiramente a cabeça, para depois, a bicadas, abrir-lhe a casca. Nunca esqueça de antes de terminar o seu repasto, enterrar alguns pinhões com a ponta para cima, já sem cabeça, para que a podridão não destrua o novo pinheiro que dali nascerá.

E os pinheiros vão nascendo. "Do pinheiro nasce a pinha, da pinha nasce o pinhão..."

Pinhão que alegra as nossa festas, onde o regozijo barulhento é como um bando de gralhas azuis matracando nos galhos altaneiros dos pinheirais do Paraná. Seus galhos são braços abertos, repetindo Meu convite eterno: "Vinde a mim todos..."

A gralha por uns instantes atingiu as alturas. E que surpresa! Onde seus olhos conseguiram ver o seu próprio corpo, observou que estava todo azul. Somente ao redor da cabeça, onde não enxergava, continuou preto. Sim preto, porque ela é um corvídeo.
Ao ver a beleza de suas penas da cor do céu, voltou célere para os pinheirais.
Tão alegre ficou que seu canto passou a ser um verdadeiro alarido que mais se parece com vozes de crianças brincando.

A gralha azul voltou. Alegre e feliz iniciou seu trabalho de ajudante Celeste.

Minha vida(fotos): Cosplay Alucard "anime Hellsing"

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Cosplayer como Saori

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Casamento da Babi

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Meus afilhados e meus padrinhos também ^^'

Nosso grande passo

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a realização de um sonho

Todos os Padrinhos reunidos

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Grandes amigos

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Passeio em Paquetá

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abril 2008